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Bets superam o Jogo do Bicho em popularidade no Brasil, aponta pesquisa

Os sites de apostas online, conhecidos como “bets”, já são mais populares que o Jogo do Bicho no Brasil, segundo um levantamento do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A pesquisa, encomendada pelo governo e divulgada pelo Estadão, revela que as bets são a segunda forma de jogo mais comum no país, atrás apenas das loterias.

De acordo com os dados, 71,3% dos apostadores jogam na loteria, enquanto 32,1% preferem as bets e 28,9% apostam no Jogo do Bicho.

O estudo foi conduzido pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) a pedido da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos (Senad). Além do vício em apostas, a pesquisa analisou o uso de cigarros eletrônicos e de medicamentos sem prescrição médica.

O levantamento ouviu mais de 16 mil entrevistados, incluindo adolescentes e adultos. Para definir a exposição ao risco associado aos jogos, a pesquisa utilizou a escala Problem Gambling Severity Index. Os dados são preliminares e serão detalhados em um relatório posterior, que a pasta pretende publicar até o meio do ano, com análises mais segmentadas.

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Segundo os dados, a região Sul lidera o ranking de maior atividade de apostadores no último ano no Brasil, com 20,4% dos jogadores, seguida do Centro-Oeste, com 18,7%; do Sudeste, com 17,6%; do Norte, com 16,5%; e do Nordeste, com 16,3%.

De acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, mais de um terço (38,6%) dos apostadores enfrentam algum grau de risco ou transtorno relacionado ao vício em jogos de azar.

Grupos de risco

Os adolescentes são o grupo mais vulnerável em relação às apostas: cerca de 55,2% dos jogadores na faixa etária entre 14 e 17 anos estão na zona de risco. Em comparação, os adultos apresentam um índice menor, de 37,7%.

No último ano, cerca de 10,5% dos adolescentes afirmaram ter apostado. Entre os adultos, o percentual é de 18,1%.

A pesquisa revela ainda que pessoas com menor renda têm maior propensão ao uso de risco ou problemático de jogos de aposta. Entre os indivíduos com renda mensal pessoal inferior a um salário mínimo, a prevalência desse tipo de comportamento é de 52,8%. Já entre os que recebem um salário mínimo ou mais, o índice cai para 21,1%.

Fonte: Estadão

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